Avivar_Cel: Religião Afro brasileiro e Fatumbi Verger

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4 de dezembro de 2010

Religião Afro brasileiro e Fatumbi Verger


                                


Religião Afro brasileiro  e Fatumbi Verger.




Hoje venho abordar um assunto, de interesse da religião Afro-Brasileiro, dos adéptos e simpatizantes, são verdades e fatos reais de uma pessoa que contribuiu tanto para uma religião, dois mundos África e Brasil. Vou iniciar com uma pequena biografia desta celebridade que é Pierre Fatumbi Verger.

Em pesquiza no Google, Wikipédia e YouTube :


Pierre Fatumbi Verger(4 de novembro de 1902-Salvador, 11 de fevereiro de 1990)foi um fotógrafo e etnólogo autodidata franco-brasileiro. Assumiu o nome religioso de Fatumbi.
Era também babalawo (sacerdote Yoruba) que dedicou a maior parte de sua vida ao estudo da diáspora africana - o comércio de escravo, as religiões afro-derivadas do novo mundo, e os fluxos culturais e econômicos resultando de e para a Áftica.
Após a odade de 30 anos, depois de perder a família, Pierre Verger levou a carreira de fotógrafo jornalistico.
A fotografia em preto e branco era sua especialidade. Usava uma máquina Rolleiflex que hoje se encontra na Fundação Pierre Verger.

Durante os quinze anos seguintes, ele viajou os quatro continentes e documentou muitas civilizações que seriam apagadas logo através do progresso. Seus destinos incluíram:
       

       Taiti (1933)
       Estados Unidos, Japão e China (1934 e 1937)
       Itália, Espanha, Sudão, Mali, Niger, Alto Volta, (atual Burkina Faso), Togo e Daomé (atual Benim) 1935)
       Índia (1936)
       México (1937- 1939, e 1957)
       Filipinas e Indochina (atuais Tailândia, Laos, Camboja e Vietnã, 1938
       Guatemala e Equador (1939)
       Senegal (como correspondente, 1940)
       Argentina (1941)
       Peru e Bolívia (1942 e 1946)
       Brasil (1946)

Suas fotografias foram publicadas em revistas como Paris-Soir, Daily Mirror (com o pseudônimo de Mr.Lensman), Life, e Match.

Na cidade de Salvador , apaixonou-se pelo lugar e pelas pessoas, e decidiu por bem ficar. Tendo se interessado pela história e cultura local, ele virou de fotógrafo errante a investigador da diáspora africana nas Américas. Em 1949, em Ouidah, teve acesso a um importante testemunho sobre o tráfico clandestino de escravos para a Bahia: as cartas comerciais de José Francisco dos Santos, escritas no século XIX.
As viagens subseqüentes dele são enfocadas nessa meta: a costa ocidental da África e Paramaribo (1948)Haiti (1949),Cuba (1957). Depois de estudar a cultura Yoruba e suas influências no Brasil, Verger se tornou um iniciado da religião Candomblé, e exerceu seus rituais.
Definição de Verger sobre o Candomblé: "O Candomblé é para mim muito interessante por ser uma religião de exaltação à personalidade das pessoas. Onde se pode ser verdadeiramente como se é, e não o que a sociedade pretende que o cidadão seja. Para pessoas que tem algo a expressar através do inconsciente, o transe é a possibilidade do inconsciente se mostrar".
Durante uma visita ao Benim, ele estudou Ifá (búzios - concha adivinhação), foi admitido ao grau sacerdotal de babalawo, e foi renomeado Fátúmbí ("ele que é renascido pelo Ifá").
As contribuições de Verger para etnologia constituem em dúzias de documentos de conferências, artigos de diário e livros, e foi reconhecido pela Universidade de Sorbonne que conferiu a ele um grau doutoral (Docteur 3eme Cycle) em 1966 — um real feito para alguém que saiu da escola secundária aos 17.
Verger continuou estudando e documentando sobre o assunto escolhido até a sua morte em Salvador, com a idade de 94 anos. Durante aquele tempo ele se tornou professor na Universidade Federal da Bahia em 1973, onde ele era responsável pelo estabelecimento do Museu Afro-Brasileiro, em Salvador; e serviu como professor visitante na Universidade de Ifé na Nigéria.
Verger se apaixonou pela Bahia lendo "Jubiabá". Tendo se tornado amigo das maiores personalidades baianas do século XX. Como o próprio Jorge AmadoMãe Meninha do Gantois, Gilberto Gil, Walter Smetak, Mario Cravo, Cid TeeixeiraJosaphat Marinho dentre outros notáveis. Seu trabalho como fotográfo influênciou notadamente nomes consagrados da fotografia contemporânea como Mario Cravo Neto, Sebastião Salgado, Vitória Regia SampaioAdenor Gondim e Joahbson Borges. Sendo que este foi seu último assistente, tendo sido apontado pelo próprio Verger como sucessor natural.
Na entidade sem fins lucrativos Fundação Pierre Verger em Salvador, que ele estabeleceu e continuou seu trabalho, guarda mais de 63 mil fotografias e negativos tirados até 1973, como também os documentos dele e correspondência.
No Brasil, foi homenageado como tema de Carnaval (Rio de Janeiro, 1998) do GRES União da Ilha do Governador, cuja letra fala da Trajetória de Pierre Verger a Fatumbi.
Jérôme Souty publicou um ensaio muito documentado sobre a obra e a vida de Verger : Pierre Fatumbi Verger. Du regard détaché à la connaissance initiatique, Paris: Maisonneuve & Larose, 2007 (520p. 144 fotos, em francês).


Algumas publicações

           Pierre Fatumbi Verger: Dieux D'Afrique. Paul Hartmann, Paris (1st edition, 1954 2nd edition, 1995). 400pp, 160 fotos em preto e branco, ISBN 2-909571-13-0..

          Note sur le culte des orisha e vodoun à Bahia de Tous les Saints au Brésil et à l'ancienne Côte    des Esclaves. IFAN Memoire n. 51, Dakar, Senegal, 1951; Corrupio, Brazil, 1982.
         Notas Sobre o Culto aos Orixás e Voduns. 624pp, fotos em preto e branco. Tradução: Carlos Eugênio Marcondes de Moura EDUSP 1999 ISBN 85-314-0475-4
      
        Fluxo e Refluxo do tráfico de escravos entre o golfo de Benin e a Bahia de Todos os Santos. Corrupio, 1985.
     
      Ewé, o uso de plantas na sociedade ioruba, Odebrecht and Companhia das Letras, 1995.
    
      Retratos da Bahia - Pierre Verger - Editora Corrupio Comércio Ltda., l980.

       Ligações externas
      
       Fundação Pierre Verger
      
       Pierre Fatumbi Verger by Cida Nóbrega (em português)
      
       Museu Afro-Brasileiro
      
       Reportagem de Agnes Mariano







Documentário GNT. 29/11/2010
Pierre Fatumbi Verger - Mensageiro entre 2 Mundos
O filme aborda a relação entre o fotógrafo Pierre Verger e o Brasil. Após viajar o mundo, ele se radicou em Salvador na década de 1940, quando passou a estudar as influências culturais entre o país e a África.

Tive o previlégio de assistir este documentário rico em informações, para quem não sabe quem foi Fatumbi Verger, foi uma oportunidade única de conhecimento e sabedoria. Guardo um convite, quando Fatumbi veio para São Paulo no Memorial expor suas fotografias, na época não me foi possível  comparecer, lamentavel.


Fundação Pierre Verger :
E-Mail para fpverger@ufba.br
2a. travessa da ladeira de Vila América, 6
CEP : 40243-340 Vasco da Gama
Salvador-BA Brasil
Caixa Postal : 1201 CEP : 40001-970
Telefone: +55 71 2477453





Vídeos YouTube:

Pierre Fatumbi Verger mensageiro entre dois mundo Parte I

Pierre Fatumbi Verger - Mensageiro entre dois Mundos. Parte II

Pierre Fatumbi Verger - Mensageiro entre dois Mundos. Parte III

Pierre Fatumbi Verger - Mensageiro entre dois Mundos. Parte IV

Pierre Fatumbi Verger - Mensageiro entre dois Mundos. Parte V

Pierre Fatumbi Verger - Mensageiro entre dois Mundos. Parte VI

PIERRE VERGER chega à Bahia - Direção: Carlos Pronzato - 1/1



Fonte:Google, Wikpédia e YouTube



Imagens Google.

Image and video hosting by TinyPic Obrigado pela visita.Ficarei feliz se vc deixar seu comentario.Bjos.Photobucket
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4 de dezembro de 2010

Religião Afro brasileiro e Fatumbi Verger


                                


Religião Afro brasileiro  e Fatumbi Verger.




Hoje venho abordar um assunto, de interesse da religião Afro-Brasileiro, dos adéptos e simpatizantes, são verdades e fatos reais de uma pessoa que contribuiu tanto para uma religião, dois mundos África e Brasil. Vou iniciar com uma pequena biografia desta celebridade que é Pierre Fatumbi Verger.

Em pesquiza no Google, Wikipédia e YouTube :


Pierre Fatumbi Verger(4 de novembro de 1902-Salvador, 11 de fevereiro de 1990)foi um fotógrafo e etnólogo autodidata franco-brasileiro. Assumiu o nome religioso de Fatumbi.
Era também babalawo (sacerdote Yoruba) que dedicou a maior parte de sua vida ao estudo da diáspora africana - o comércio de escravo, as religiões afro-derivadas do novo mundo, e os fluxos culturais e econômicos resultando de e para a Áftica.
Após a odade de 30 anos, depois de perder a família, Pierre Verger levou a carreira de fotógrafo jornalistico.
A fotografia em preto e branco era sua especialidade. Usava uma máquina Rolleiflex que hoje se encontra na Fundação Pierre Verger.

Durante os quinze anos seguintes, ele viajou os quatro continentes e documentou muitas civilizações que seriam apagadas logo através do progresso. Seus destinos incluíram:
       

       Taiti (1933)
       Estados Unidos, Japão e China (1934 e 1937)
       Itália, Espanha, Sudão, Mali, Niger, Alto Volta, (atual Burkina Faso), Togo e Daomé (atual Benim) 1935)
       Índia (1936)
       México (1937- 1939, e 1957)
       Filipinas e Indochina (atuais Tailândia, Laos, Camboja e Vietnã, 1938
       Guatemala e Equador (1939)
       Senegal (como correspondente, 1940)
       Argentina (1941)
       Peru e Bolívia (1942 e 1946)
       Brasil (1946)

Suas fotografias foram publicadas em revistas como Paris-Soir, Daily Mirror (com o pseudônimo de Mr.Lensman), Life, e Match.

Na cidade de Salvador , apaixonou-se pelo lugar e pelas pessoas, e decidiu por bem ficar. Tendo se interessado pela história e cultura local, ele virou de fotógrafo errante a investigador da diáspora africana nas Américas. Em 1949, em Ouidah, teve acesso a um importante testemunho sobre o tráfico clandestino de escravos para a Bahia: as cartas comerciais de José Francisco dos Santos, escritas no século XIX.
As viagens subseqüentes dele são enfocadas nessa meta: a costa ocidental da África e Paramaribo (1948)Haiti (1949),Cuba (1957). Depois de estudar a cultura Yoruba e suas influências no Brasil, Verger se tornou um iniciado da religião Candomblé, e exerceu seus rituais.
Definição de Verger sobre o Candomblé: "O Candomblé é para mim muito interessante por ser uma religião de exaltação à personalidade das pessoas. Onde se pode ser verdadeiramente como se é, e não o que a sociedade pretende que o cidadão seja. Para pessoas que tem algo a expressar através do inconsciente, o transe é a possibilidade do inconsciente se mostrar".
Durante uma visita ao Benim, ele estudou Ifá (búzios - concha adivinhação), foi admitido ao grau sacerdotal de babalawo, e foi renomeado Fátúmbí ("ele que é renascido pelo Ifá").
As contribuições de Verger para etnologia constituem em dúzias de documentos de conferências, artigos de diário e livros, e foi reconhecido pela Universidade de Sorbonne que conferiu a ele um grau doutoral (Docteur 3eme Cycle) em 1966 — um real feito para alguém que saiu da escola secundária aos 17.
Verger continuou estudando e documentando sobre o assunto escolhido até a sua morte em Salvador, com a idade de 94 anos. Durante aquele tempo ele se tornou professor na Universidade Federal da Bahia em 1973, onde ele era responsável pelo estabelecimento do Museu Afro-Brasileiro, em Salvador; e serviu como professor visitante na Universidade de Ifé na Nigéria.
Verger se apaixonou pela Bahia lendo "Jubiabá". Tendo se tornado amigo das maiores personalidades baianas do século XX. Como o próprio Jorge AmadoMãe Meninha do Gantois, Gilberto Gil, Walter Smetak, Mario Cravo, Cid TeeixeiraJosaphat Marinho dentre outros notáveis. Seu trabalho como fotográfo influênciou notadamente nomes consagrados da fotografia contemporânea como Mario Cravo Neto, Sebastião Salgado, Vitória Regia SampaioAdenor Gondim e Joahbson Borges. Sendo que este foi seu último assistente, tendo sido apontado pelo próprio Verger como sucessor natural.
Na entidade sem fins lucrativos Fundação Pierre Verger em Salvador, que ele estabeleceu e continuou seu trabalho, guarda mais de 63 mil fotografias e negativos tirados até 1973, como também os documentos dele e correspondência.
No Brasil, foi homenageado como tema de Carnaval (Rio de Janeiro, 1998) do GRES União da Ilha do Governador, cuja letra fala da Trajetória de Pierre Verger a Fatumbi.
Jérôme Souty publicou um ensaio muito documentado sobre a obra e a vida de Verger : Pierre Fatumbi Verger. Du regard détaché à la connaissance initiatique, Paris: Maisonneuve & Larose, 2007 (520p. 144 fotos, em francês).


Algumas publicações

           Pierre Fatumbi Verger: Dieux D'Afrique. Paul Hartmann, Paris (1st edition, 1954 2nd edition, 1995). 400pp, 160 fotos em preto e branco, ISBN 2-909571-13-0..

          Note sur le culte des orisha e vodoun à Bahia de Tous les Saints au Brésil et à l'ancienne Côte    des Esclaves. IFAN Memoire n. 51, Dakar, Senegal, 1951; Corrupio, Brazil, 1982.
         Notas Sobre o Culto aos Orixás e Voduns. 624pp, fotos em preto e branco. Tradução: Carlos Eugênio Marcondes de Moura EDUSP 1999 ISBN 85-314-0475-4
      
        Fluxo e Refluxo do tráfico de escravos entre o golfo de Benin e a Bahia de Todos os Santos. Corrupio, 1985.
     
      Ewé, o uso de plantas na sociedade ioruba, Odebrecht and Companhia das Letras, 1995.
    
      Retratos da Bahia - Pierre Verger - Editora Corrupio Comércio Ltda., l980.

       Ligações externas
      
       Fundação Pierre Verger
      
       Pierre Fatumbi Verger by Cida Nóbrega (em português)
      
       Museu Afro-Brasileiro
      
       Reportagem de Agnes Mariano







Documentário GNT. 29/11/2010
Pierre Fatumbi Verger - Mensageiro entre 2 Mundos
O filme aborda a relação entre o fotógrafo Pierre Verger e o Brasil. Após viajar o mundo, ele se radicou em Salvador na década de 1940, quando passou a estudar as influências culturais entre o país e a África.

Tive o previlégio de assistir este documentário rico em informações, para quem não sabe quem foi Fatumbi Verger, foi uma oportunidade única de conhecimento e sabedoria. Guardo um convite, quando Fatumbi veio para São Paulo no Memorial expor suas fotografias, na época não me foi possível  comparecer, lamentavel.


Fundação Pierre Verger :
E-Mail para fpverger@ufba.br
2a. travessa da ladeira de Vila América, 6
CEP : 40243-340 Vasco da Gama
Salvador-BA Brasil
Caixa Postal : 1201 CEP : 40001-970
Telefone: +55 71 2477453





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Pierre Fatumbi Verger mensageiro entre dois mundo Parte I

Pierre Fatumbi Verger - Mensageiro entre dois Mundos. Parte II

Pierre Fatumbi Verger - Mensageiro entre dois Mundos. Parte III

Pierre Fatumbi Verger - Mensageiro entre dois Mundos. Parte IV

Pierre Fatumbi Verger - Mensageiro entre dois Mundos. Parte V

Pierre Fatumbi Verger - Mensageiro entre dois Mundos. Parte VI

PIERRE VERGER chega à Bahia - Direção: Carlos Pronzato - 1/1



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